segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Amando, sonhando e apostando: A leveza e ousadia do livro "Amor, Sonho, Aposta".


Amor, Sonho, Aposta
Atual, pós-moderno e ousado; assim defino “Amor, Sonho, Aposta”, romance da autora Marianna A. Araújo.
O livro traz ao leitor uma atmosfera jovial e não apenas pelo fato de ser voltado ao público infanto-juvenil, até porque este apresenta assuntos maduros e que não ficam restritos ao público “teen”. Exemplo desta maturidade é o fato da protagonista, Melissa, logo cedo lidar com ausência dos pais e do querido irmão Ronald.
O livro também tem seu lado contemporâneo por explorar a cultura Japonesa, que cada vez mais ganha espaço na em nossa cultura, a presença e influência das redes sociais como forma de comunicação, as relações escolares e os conflitos da adolescência.
Eu diria que a ousadia de “A.S.A”* está em uma narrativa diferenciada onde há a presença do gênero múltiplo-narrador, pouco usado entre autores, uma vez que as narrações que vemos nos romances atuais seguem o clichê de ser em primeira ou em terceira pessoa. 
Outro ponto positivo de “A.S.A” é a identificação imediata que o leitor tem com os personagens, o que facilita o entendimento do universo da trama. Também temos no romance uma mocinha nada chata, ao contrário, temos uma personagem divertida e carismática.
Assim como o livro sugere a ideia de aposta, posso apostar que todos os leitores irão amar, sonhar e se divertir com “Amor, Sonho, Aposta”. 

 
*”A.S.A”- abreviação do título do livro, “Amor, Sonho, Aposta”.


Por: Jhonata Teixeirão

 

 

domingo, 12 de julho de 2015

Livros populares em sala de aula

    Será que o que ensinamos em sala de aula está de acordo com os hábitos de leitura dos nossos alunos?  É justo solicitar de um aluno a leitura de grandes clássicos sem situar o momento histórico da sociedade para que o mesmo não se perca? Foram esses os questionamentos que ouvi em uma reunião e achei interessante expor meu ponto de vista.
    O fato de já haver uma leitura já é excelente, porém vamos por prioridades. O aluno está lendo um livro? Muito bem. Está de acordo com sua idade? Sim, está! E por qual razão não trazer algo de útil deste livro para o cotidiano de sala de aula? Aí é que entra o grande problema.
    Para deixar que um aluno leia um livro contemporâneo e leva-lo para sala de aula demanda uma certa "dor de cabeça". Primeiramente faz-se uma analise do conteúdo para que não seja algo chocante a grande massa, depois temos de achar um "x" no livro e então adequa-lo ao assunto que se está sendo abordado. Não podemos simplesmente chegar em sala e dizer "Galera, leremos o livro que João está lendo e então faremos um resumo sobre o assunto. " Neste caso a leitura não será nada produtiva uma vez que o aluno terá uma atividade "fácil" a ser realizada e que nada acrescentará em sua formação. Não estou dizendo que fazer resumos de livros não seja válido, porém deve haver algo a mais, não da para parar no resumo, pois este resumo está disponível na internet. Diagnosticado que o livro pode ser utilizado em sala começa-se um trabalho de pesquisa e investigações intertextuais, que é muito comum em livros contemporâneos. Nesta investigação prévia você já tem algo a ser trabalhado, a intertextualidade e os romances históricos, portanto seu trabalho esta sendo realizado com louvor. Investigado e estudadas as partes intertextuais do livro parte-se para a fase do discurso em sala de aula, mas não um discurso do tipo, "o que você achou do livro" e sim algo construtivo e que tenha a ver com a atualidade dos alunos. Pronto, dentro de um livro contemporâneo e não clássico você atingiu a meta de a partir da leitura da massa internalizar assuntos e abordá-los de diversas maneiras.
    Quanto aos clássicos devemos despertar a atenção de nossos alunos . Desde o momento que você leva para sala de aula um assunto novo aos alunos como, por exemplo, a vida no século XIX. Levanta-se uma pesquisa acerca das comidas e costumes da época, como era a sociedade e o que eles liam, enfim chega-se na literatura. Século XIX, quem foi o autor que teve mais destaque neste período literário? Sobre o que ele escrevia? Era polêmico???  Com estas infinitas interrogações você desperta a atenção do seu aluno e o induz a abrir o livro e procurar tais informações na obra.
    O ato de ler, nos dias atuais, é difícil pois temos outros mecanismos que levam nossos jovens a se dispersem e optarem por outros hábitos que não é a leitura. Desde o livro de massa até o clássico, a importância da leitura não é apenas histórica e cultural, mas também a criação de um habito saudável, educativo e que positivamente ajudará no futuro de nossos jovens. Cabe a nós professores e formadores de opinião auxiliar neste processo.


Por: Jhonata Teixeirão

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Lolita: A polêmica de Vladimir Nabokov



    O politicamente correto era vigiante na época em que "Lolita" foi escrito-1955. O autor russo-americano, Vladimir Nabokov, inovou a literatura ao lançar um romance que até mesmo para os mais "avançados" era motivo de tabu. Não é sempre que se tem nas páginas de um livro o romance entre um viúvo e uma adolescente de doze anos, isto é, em um momento onde os bois não tinham nomes- Pedofilia.
    Nabokov narra de forma leve e sem dar detalhes sexuais da relação entre Humbert e Lolita, embora muitos afirmam que o manuscrito original era recheado de cenas de sexo. Neste livro temos a saga de Humbert que se apaixona por Lolita, mas para ter de ficar perto da amada precisa casar-se com sua mãe. Uma fatalidade marca a vida de Lolita e Humbert, onde a mãe de Dolores (Lolita) morre e Humbert passa a ter sua tutela e a viver um romance secreto com a menina.
    A proposta desta postagem não é escrever o resumo do livro e sim comentar que os valores de um romance com mais de sessenta anos de existência ainda fazem parte do nosso dia a dia.
Trazendo aos dias atuais, uma moça de doze anos com um senhor de quarenta não é mais algo tão chocante quanto na década de cinquenta, porém esta mesma relação nos dias de hoje não seria proibida e muito menos um ato criminoso.  Creiam que há cinquenta anos atrás isso era motivo de morte.
    Em contrapartida, estamos vivendo um momento do "politicamente correto", digo, mulher deve estar casada com homem e de modo algum relacionamentos homossexuais são considerados normais. Eles até existem, mas na cabeça das pessoas são inaceitáveis. O que quero dizer é que "Lolita" não seria um livro bem aceito no século XXI, apesar da modernidade, pois as pessoas são dotadas de opiniões fortíssimas e a censura atual (Igreja) faria o possível para tirar o livro de circulação ou então causar manifestos quanto a publicação do mesmo. Se em 1955 várias editoras recusaram-se a lançar o livro de Nabokov, imagine nos dias de hoje.
    Darei agora uma outra opinião: Mesmo sabendo que um romance é uma obra ficcional, ainda assim consigo ver traços biográficos de Vladimir Nabokov em "Lolita", pode ser apenas um jeito peculiar da narrativa. Enfim, terá o autor vivido um romance proibido com uma adolescente? Só o coitado poderia afirmar, todavia, neste exato momento o único resto mortal do mesmo que temos são seus legados literários.
    Livros como a trilogia "Cinquenta tons de cinza" e autobiografias como "O doce veneno do escorpião" não chocam tanto os mais conservadores do que um amor de uma menor de idade e um quarentão.
    Já ouço certos comentários do tipo: "-Preferiria morrer ao ver uma filha minha com doze anos enamorada por um velho de quarenta"... Finalizo esta postagem dizendo que opinião e ponto de vista são que nem membros do corpo, "cada um tem o seu" e que o livro de Nabokov não tem nada que vá acabar com a moral ou trazer a desgraça para dentro da casa de uma família, ao contrário, agregará valores em nível de cultura e conhecimento.








Por Jhonata Teixeirão

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Romances Históricos: de os "Os três Mosqueteiros" e "Memorial do Convento" à "O xangô de Baker Street"


O assunto de hoje é: "Eu já não li algo do tipo em algum lugar?" "Isto aconteceu de verdade?!" "Como é real!!" pois bem, Romances históricos.
Sempre lemos algum romance, poesia, crônicas que dizem respeito à vida real, porém com "peões" diferentes, mas com um mesmo pano de fundo histórico e verídico, temos aí então um Romance Histórico.
Temos alguns representantes deste gênero na nossa literatura, como Jô Soares, em seu livro "O Xangô de Baker Street", onde os fatos narrados e o cenário eram os mesmos do século XIX, os personagens os mesmos, porém com atitudes diferentes, tínhamos um aloprado Sherlock Holmes, figura fictícia, à procura de um serial Killer em meio à outras figuras históricas, como D. Pedro. Outro exemplo é o romance "Em nome da Rosa" do escritor Italiano Umberto Eco, onde a história se passava na real Idade Média, onde o riso era considerado um pecado, e um frade franciscano deveria investigar um crime dentro da Igreja. Neste romance em particular, temos um momento da nossa história aliada à um enredo fictício e é assim que se forma um romance histórico. Para terminar minha exemplificação e concluir o raciocínio, temos o emblemático "Memorial do Convento" do escritor português José Saramago, onde o autor narra a saga de um padre inventor na época da Inquisição, em uma época em que ter ideias revolucionárias, claras, dotadas de raciocínio era considerado uma heresia ao nome de Deus e da santa Igreja. Temos neste livro um fato histórico, A Inquisição, e a saga de um padre revolucionário(ficção).
Por fim, o romance histórico, segundo Cavaliere, é um tipo de romance que mistura história e ficção, readaptando fatos, personagens e costumes históricos. Este gênero surgiu no século XIX e um de seus romances iniciais foi "Os três Mosqueteiros" do francês Alexandre Dumas.
Então, galera, quando vocês acharem que já leram algo, em algum lugar ,dentro de um romance, vocês terão duas opções de "insight", ou citação ou então trata-se de um romance histórico.
Por: Jhonata Teixeirão


quinta-feira, 16 de abril de 2015

O gótico: Origem e permanência


    Mary Shelley, Frankenstein; Bram Stoker, Drácula; Robert Louis Stevenson, Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde são alguns dos autores e obras que influenciaram grandes nomes da nossa atual literatura Gótica/ Terror. Cito alguns escritos famosos e consagrados como Stephen King autor de Carrie, a estranha, o Iluminado, etc, Neil Gaiman, Sidney Sheldon, Álvares de AzevedoJoe Hill, O Pacto, entre tantos outros que discorrem com louvor acerca do estilo. Não posso deixar de dizer que eles, os escritores contemporâneos citados, também sofreram influência do insólito Edgar Allan Poe, que em seus contos e obras estabelecia um gênero gótico diferenciado por dialogar com o leitor.
    Vamos antes conceituar o que vêm a ser o estilo gótico. O gótico segundo José D'Assunção Barros, é um elo que envolvem o romance em um atmosfera de mistério, mitos, imaginação e realidade, onde teve seu início na Inglaterra com grande aceitação daqueles leitores.
    Atualmente o gênero está voltado ao público jovem, oferecendo facultativamente uma crítica ou reflexão sobre a sociedade. Os grandes influenciadores, Shelley, Stevenson e Poe não escreviam terror por terror, eles escreviam terror com críticas. O que seria isso? O terror de Poe, de Shelley não apresentava unicamente como elemento principal o medo, o estranho, mas sim a reflexão, o retrato de uma sociedade ou de sujeitos que viviam por viver, refletiam sobre a vida, e ali seus temores, seus terrores eram printados causando a catarse no grande público. O intuito não era o medo, as criaturas "anormais", mas sim a reflexão, o estado de espírito do ser humano e principalmente os limites da mente humana. Havia medo? Sim. Pois, quando se trata da mente humana e suas vertentes o medo é algo iminente, é dolorido, é assombroso, é gótico e isto era um dos objetivos. Não era uma literatura para distração somente, porém uma que causasse reflexão. Por que o medo então nesta vertente? Porque tudo que é novo, é diferente, nos causa medo, estranheza, pudor e afastamento. 
    A literatura gótica é vista por muitos estudiosos, teóricos, como literatura sem engajamento, sem propósito, mas se analisada a fundo, teremos a resposta, veremos que aquilo que é sombrio não vem das criaturas "inventadas"(permitam-me a redundância), mas sim, fruto da nossa mente.
    Longe de mim dizer que os autores contemporâneos não são críticos, este nem é o objetivo do assunto de hoje, o que quis expor foi que eles tiveram suas influências em raízes sólidas e não vazias como uns e outros julgam ser.
 Por hoje é só.

Por: Jhonata Teixeirão

quinta-feira, 9 de abril de 2015

De Byron, Álvares de Azevedo , "Mal do século", Geração Beat à Cazuza, Janis Joplin e Amy Winehouse: Sexo, drogas, literatura e Rock in roll



    Não é de hoje que a literatura vêm influenciando artistas pelo mundo todo. Como também não é novidade que Amy Winehouse e Cazuza tinham suas inspirações literárias.
Houve um período na nossa literatura, Romantismo, mais precisamente em segunda fase, "Mal do século", em que os poetas escreviam sobre temáticas envolvendo amor, morte, dúvidas, ironias e tédio. Neste período também era comum escrever sobre a vida boêmia, a vida regrada à bebidas, drogas e questionamentos acerca da vida. Os poetas que se destacaram neste chamado "Mal do século" (denominação ao tipo de literatura produzida e ao estilo de vida dos poetas) foram Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Junqueira Freire. Estes por sua vez foram influenciados pelo poeta Inglês Lord Byron que escrevia sobre o subjetivismo e sob uma outra forma mais obscura de ver a vida. A maioria desses poetas do chamado "Mal do século" morriam cedo devido aos problemas causados pela vida boêmia. Deixo bem claro que isso ocorreu no Brasil.
    Avançando ao norte e no tempo, vamos aos "States", período pós-guerra, onde o país se encontrava naquela "depre" e a literatura era de cunho documental. Eis que surge um grupo que defendia a liberdade de criação e uma nova reforma na literatura, que objetivava o entretenimento, e os relatos de uma vida muito louca, na estrada, regrada à sexo, drogas e muito rock. Os precursores desta literatura foram Jack Kerouac, Ginsberg e seus amigos, denominados de "Beats", os loucos, os inovadores.
    Há uma diferença de data gigantesca entre os períodos citados, no Brasil o "Mal do século" deu-se em meados de 1840 e nos Estados Unidos há cerca de 70 anos. Os "Beats" também foram influenciados por poetas que viam a vida sob outra perspectiva, porém printaram uma nova literatura, os relatos, as reflexões da vida.
    Vamos a Cazuza, cantor que ganhou fama e notoriedade nos anos 80, com canções que despiam a alma humana, faziam o grande publico a ter outra perspectiva da vida, cantava a alma e vivia como se o amanhã fosse hoje. Cazuza foi influenciado pelos poetas do "Mal do século", levava uma vida boêmia, recitando a vida. Acabou contraindo o vírus HIV e morrendo muito jovem, assim como Casimiro de Abreu e Álvares de Azevedo. Na linha de Cazuza, Renato Russo também cantou a boêmia e viveu no século XX a vida dos protagonistas da segunda fase do Romantismo.
    Na Inglaterra temos a voz marcante de Amy Winehouse, nos EUA a peculiaridade de Janis Joplin, ambas falecidas em decorrência de seus vícios e concidentemente com a mesma idade, aos vinte e sete anos. Tanto Amy quanto Janis cantavam a vida, celebravam a depressão, faziam com que seus fãs sentissem que a vida não é um filme da Disney, mas sim um caminho sinuoso, cheio de espinhos e atrativos(drogas e amores) que podem te levar à redenção ou ao abismo. Janis Joplin foi influenciada pela geração Beat e Amy por Byron e Virginia Woolf, também autores que escreviam sobre o fluxo de consciência interno e os embates da vida
    Observamos, portanto, que o jeito peculiar de alguns artistas não é totalmente original e não são baseados em modinhas, mas sim em fatos concretos, pessoas concretas e claro, na literatura. O lado bom destes cantores influenciados é que diretamente não cometeram suicídio como aconteceu com os leitores de Goethe na Alemanha(Pré-Romantismo) que ao se depararem com o livro "Werther" encontravam como única solução a morte para suas desilusões amorosas. Deixemos Goethe pra um outro dia. 
    Mais uma vez agradeço a visita de vocês! Voltem sempre!
 
Por: Jhonata Teixeirão

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A arte imita a vida

   

   Não é de hoje que venho refletindo a respeito da frase: " A arte imita a vida". Foram tantos os fatos cotidianos que me permitiram chegar à conclusão de que a sentença acima entre aspas é verdadeira e digo mais, até Aristóteles discorreu sobre o assunto. Segundo Aristóteles na arte o que é imitado não são pessoas, mas ações.
    Para que vocês melhor entendam o motivo da postagem e não pensem que é mais uma matéria "ralé", digo-lhes que minha reflexão está mais presente no nosso dia a dia do que nós tupiniquins podemos imaginar. Nas telenovelas, por exemplo, observamos uma série de coisas que estão presentes na nossa atualidade, cito por exemplo, o caso da violência, do libido em exagero(para não usar termos chulos) e até mesmo a questão política. Claro que não irei restringir me apenas ao gênero telenovela, pois é de valia citar casos na nossa literatura, por exemplo.
    Nas obras Machadianas, cujo o teor literário era a crítica maçante do período Realista, são notadas a presença de fatos que naquele momento histórico já faziam parte do corpo ficcional dos romances de Machado de Assis, cito o caso da escravidão e do período de transição em que o Rio de Janeiro se submetia para obedecer à padrões europeus. Também posso citar José de Alencar que fez a nossa literatura narrando fatos como o indianismo, onde seus romances Românticos tinham como pano de fundo a sociedade e fatos marcantes que o país vivenciava.
    A literatura em si anda de mãos dadas com a história, pois é através da literatura que se obtêm os relatos históricos que nos permitem entender determinado momento da nossa sociedade. Voltando à telenovela, que faz parte do gosto e da cultura brasileira, observa-se um grande leque de relatos da vida dentro da ficção. As novelas dos anos 80 mostravam um lado mais inocente do brasileiro, onde o que mais se destacava era o período político ou até alguns gritos de protesto que já ganhavam voz e corpo nas ruas do Brasil.
    Atualmente o que se vê são novelas com a cara do anos 2000, cheias de reviravoltas, maldades, sexo, drogas e recheadas de problemas sociais e políticos que nos deparamos todos os dias ao ligarmos a Tv. Na literatura, nos poemas e romances não é diferente, estes nos dão a real situação da sociedade pós-moderna, criticam, situam, além de permitir que o leitor viaje à períodos futurísticos que não fazem parte da imaginação, mas da reflexão acerca dos novos tempos.
    Fechando este assunto, que termina aqui mas que espero a continuidade na cabeça de vocês, é possível nós vermos que a ficção nada mais é do que uma realidade mais enfeitada e que nos dão a sensação de entretenimento, porém não passam de personagens e cenários que muito bem conhecemos no nosso dia a dia. Assim, digo, que a Arte imita a vida. Mas não perde sua essência, pois é ainda o nosso oxigênio em meio à tantas coisas ruins.
 
Até mais pessoal!!!!
 
Por: Jhonata Teixeirão